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Sobre os noivos

Conheça os detalhes da nossa história, nossa jornada e nossos sonhos ♥

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No fim de 2004 o Bruno estava terminando o colégio e indo pra faculdade e a Mariana terminando o 1º colegial. 

Ele morava em Louveira e ela em Guarulhos. Ela tinha um amigo, o João Gabriel, com quem ia sempre pra Vinhedo, vê-lo tocar com a banda Brotherhood, que ele tinha com seu irmão, Marinho e seus primos gêmeos, Rodrigo e Gustavo. Eles tocavam em barzinhos e festivais na cidade e arredores, e ela sempre ia pra passar o fim de semana com eles para se divertir.

A Mari, que faz amizade em qualquer fila de pão, ficou amiga dos Blanc- o Leandro e o Marcos, que tocavam no Plisnou. O Marcos também tocava no Collisão, e adivinha quem também?...O Bruno era o guitarrista!

A Mari e o Bruno nem sabiam da existência um do outro...mas tinham um gosto em comum: a música, mais especificamente o Punk Rock.

 

E foi no início de 2005 que essa paixão em comum fez com que eles frequentassem os mesmos shows, se conhecessem e começassem a trocar mensagens pelo Fotolog. 

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No início de 2005, a Mari foi num show em Vinhedo que a mãe dela tinha levado. Ela viu o Bruno de longe e notou ele demais. Ele era um magrelo do sorriso marcante, com um boné rosa que ele usava sempre, alternando com um laranja e roxo roubado da Babi, irmã dele. Hoje esse boné está guardadinho com a Mari...e foi um dos primeiros presentes de namorado dele pra ela. 

Eles ficaram amigos..mas aos poucos. Eles trocavam mensagens no MSN, Orkut, ICQ e qualquer mídia social em que pudessem estar mais perto. Afinal, ser adolescente sem carta era (e é) um grande limitante pra amizades à distância.

Aí em 2008 a Mari foi morar no Canadá e a amizade foi tomando outros caminhos.

A distância prevaleceu entre eles e cada um seguiu sua vida...sem esquecer do outro... Do Cr@zydog e da Mabdalla.

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A Mari manteve amizade com muitas pessoas dessa época de adolescência passada no interior em meio a shows de Punk Rock de bandinhas independentes. Collisão, Plisnou, Brotherhood, Revolt, Cueio Limão e muitas outras ficaram nessa memória.

Dentre essas memórias da Mari, ficaram também os amigos em comum com o Bruno: os gêmeos Rô e Gu, o Marcos Blanc- que se tornou o melhor amigo da noiva, o João Gabriel e o Marinho do Brotherhood e amigos do peito de Guarulhos...

E o tempo passava, e eles estavam tão longe, mas tão perto....

Em 2011 ele morou na Flórida. Ela passou uma temporada na Flórida 1 mês antes de ele se mudar (onde ele passou um tempo com um dos padrinhos, o Renato/ Frodinho, virou um CASCA e ganhou um grupo incrível de amigos).

Em 2012, o ano foi maluco. Os 2 estavam em lados opostos do mundo e passaram meses de muito amadurecimento, mudanças, decisões. Ano em que o Bruno perdeu um tio querido (tio Delei) e a Brenda, sua cachorrinha linda! Ano em que a Mari foi morar sozinha e viu o mundo desabar e voltar (obrigada às amigas Mili, Nyarinha e Evie, por serem o melhor suporte de todos!).

Em Novembro de 2012 a Mari resolveu voltar pro Brasil...e em 29 de Dezembro de 2012 ela chegou. VINTE E NOVE. A data que mudaria TUDO.

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Neste ponto da história é que tudo muda: 2013 começou meio maluco pros 2. Ambos sem saber bem o que queriam da vida, mas sabendo que queriam mais. 

Bruno querendo emprego novo, vida nova, curtir com os amigos, ser mais ele. Mariana querendo descobrir o mundo, escolher uma carreira e se aventurar no Brasil que tinha deixado pra trás anos antes. Querendo curtir com amigos e vida nova. Assim como o Bru.

Festa aqui, churrasco ali, liberdade de viver de lá...A história se cruza aí! ♡

Em 22 de junho de 2013, a Mari foi pra casa do Blanc, comemorar o niver dele com o famoso Fondue do Seu Geraldo e bater papo por horas com a Fátima (querida mãe dos Blanc, que se foi em 2015 e deixou saudade, amor, carinho e uma lição enorme de vida!). Por volta das 23,24h o Blanc pegou o carro e falou que eles iam pra um churrasco. Pela primeira vez a Mari viu a portaria do Villaggio, sem entender nada. O Blanc só disse que eles iam na casa do Carioca. Chegando lá, aquele monte de OIs desconcertados, sem saber se as pessoas iam lembrar dela.

Foi quando ela o viu. ELE. O Bruno. O Dog. O Pinscher...e GA-GUE-JAN-DO ela disse "Nossa, é você?"- e levantou pra dar outro oi com beijinho e abraço nele.

Pronto. O resto da noite foi um olhar dela fixado no dele. Notas de violão que nenhum dos dois lembra, acompanhadas da sensação de se olhar que nenhum dos dois esquece.

Dia seguinte: ela adiciona ele no facebook e ele aceita em 2 minutos. A semana seguinte foi de conversas paralelas entre eles no SMS, email, facebook e linkedin- ao mesmo tempo. Muito assunto e uma saudade estranha...que uma semana depois, virou um convite dele pra sair. 

Ele ia buscar o Frodinho no aeroporto e ia com amigos pra alguma balada em São Paulo esperar dar a hora. 

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E chegou o dia dessa balada. 29 de JUNHO de 2013. VINTE E NOVE.

A Mari lembra que tirou o guarda-roupa inteiro pra fora pra escolher a roupa perfeita. Lembra também que quando o Bruno chegou pra buscá-la, ela chamou a tia dela no quarto pra dizer "MEU DEUS COMO ELE É LINDO!". Ele chegou com o Pará (Murilo) e o Dieguinho. Amigos do peito, moleques do coração.

Ele lembra da timidez de ficar sentadinho no sofá da casa que hoje é a casa que ele mora, esperando a Mariana ficar pronta.

A fila da balada- pior balada da vida por sinal- demorou uma eternidade. Um olhava pro outro, ria baixinho e pensava no que ia dar...mesmo que ambos soubessem.

Ao entrar...ela pediu uma vodka com energético e queria dançar. Ele queria ficar parado, observando. Eles acharam um ponto em comum quando pararam pra conversar: ele chamou ela de linda. Ela chamou ele de lindo, com vergonha, olhando pra baixo. E aí, por volta de 23h00 e alguns minutos veio o beijo. O B-E-I-J-O. O que ia se repetir pelos próximos anos. E já são mais de 4. Sem nenhum dia separados.

A vontade verbalizada de ficar juntos, só eles, veio semanas depois, na 2a vez que ficaram. A vontade de ficar pra sempre, veio menos de 1 mês depois. O primeiro eu te amo, na frente da casa do Filipe Amaral, padrinho da dupla, quando um disse EU, o outro TE e o outro AMO, e juntos um MUITO. Dia 04 de agosto de 2013.

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Um ano e meio depois do primeiro beijo, em 06 de Dezembro de 2014, veio um passo importante: a compra do primeiro apartamento. 

05 horas de negociação, 391923 páginas de contrato e muita vontade de serem felizes-PRA SEMPRE. 

 

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Em 2015, um monte de surpresas: o Bruno decidiu ser consultor. Por ironia do destino, a Mariana tinha entrado como trainee na BRF no ano anterior, e tinha sido promovida e encarregada de desenhar um projeto que ela sabia que precisaria de uma consultoria pra ajudá-la. Ela conheceu a everis, empresa pra qual o Bruno mandou um CV. 

Foi um ano difícil em que um precisou acreditar e apoiar muito o outro e no outro. Foi um ano de crescimento e prosperidade.

O Bruno é forte, dedicado, inteligente, capaz e competente (ok, confesso que a noiva deu muito pitaco enviesado aqui). Em pouco tempo conseguiu o emprego e a carreira que tanto lhe custou acreditar que ia seguir. Ser consultor. Aprender mais. Trabalhar duro e ser reconhecido de verdade.

A reviravolta veio quando a Mari saiu da BRF, foi pra Toronto por 2 semanas e, na volta, recebeu uma ligação pra uma oportunidade de emprego...na EVERIS! Como consultora. Pra aprender, trabalhar duro e ser reconhecida de verdade.

E o destino se repetiu: a mãe e pai da Mariana trabalharam juntos...e o pai e mãe do Bruno também!

3 semanas depois que o Bruno entrou na everis, a Mari entrou também. E até hoje trabalham, duro e muito, nessa empresa maravilhosa!!

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Um mês depois de entrarem na everis, o gasto com fretado parecia um absurdo perto da possibilidade de acordar juntos todos os dias. Então em 31/10/2015, aniversário do irmão do Bruno, o André, eles pegaram a chave da vida em família deles! Alugaram um apartamento minusculinho e decidiram que a vida a dois começava ali. 37 m² de puro amor e aperto-  onde na cozinha só cabia 1 e no quarto só cabia a cama, mas nos 2 não cabia o orgulho de tudo o que haviam conquistado juntos.

E desde então, todos os dias são feitos de dormir e acordar juntos, dar bom dia com amor e viver com carinho- apesar das brigas pelo banheiro inundado que a Mariana deixa ou os sapatos no meio do quarto que o Bruno insiste em usar como decoração. 

Menos de 1 mês depois, ingressos de um jogo do Palmeiras e Coritiba chegaram na casa deles. A data? 29 de Novembro de 2015.

O dia MAIS foda - e sim, nós nos permitimos essa palavra aqui- do universo. 

Um intervalo, um telão, uma campanha da SONHO DE VALSA e um pedido: "Há 2 anos ela me faz o homem mais feliz, pra que esperar mais?"... "MARIANA CASA COMIGO?"

Ela disse: Sim, Bruno. S-I-M. Um milhão de vezes SIM.

 

 E aqui estão eles.

Casando.

Com vocês junto.